Tecnologias aplicadas em carros que ajudam a diminuir a poluição.
31 de maio de 2016 |

Não é segredo que um dos emissores de poluentes são os carros. De acordo com os especialistas eles são responsáveis por 26%, ou seja, muita coisa! A tecnologia vem ajudando a diminuir essa porcentagem. Motores já estão sendo modificados, fabricantes tem apostado as fichas no “ downsizing” (motores mais eficientes com menor capacidade cúbica), redução do peso e adoção de fontes alternativas de energia.

Na Inglaterra, por exemplo, motoristas poderão recarregar carros elétricos enquanto dirigem por estradas do país. O projeto do governo é testar a tecnologia de carregamento veicular sem fio. O sistema seria instalado sob o asfalto em algumas das principais rodovias evitando que motoristas precisem parar para recarregar as baterias.

Outra tecnologia que vem sendo bastante falada é o Biodiesel que é produzido a partir de mamona, dendê, girassol, babaçu, amendoim, pinhão-manso, soja e colza (canola). Tem ainda o GNV: encontrado em regiões porosas no subsolo. Este material só inflama a 620°C, temperatura mais alta que a do etanol (200°C) e da gasolina (300°C). Tem queima, porém menos poluente.

Essas tecnologias que vem sendo descobertas ajudarão outros setores que também são afetados diretamente pela emissão de poluentes dos carros, como é o caso da mobilidade urbana. É o que acontece na cidade de São Paulo que com um alto tráfego de transportes, paga um preço alto. O Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) realizou um estudo onde apontou que os automóveis são responsáveis por cerca de 65% das emissões de poluentes na cidade de São Paulo. O mesmo estudo afirma que os ônibus representam 19% dos poluentes lançados na atmosfera.

Sem dúvidas, novas tecnologias pensando no meio ambiente devem impactar o mercado de autopeças que será desafiado também a buscar práticas sustentáveis através de materiais que ajudem a diminuir os poluentes.

É nesse momento que empresas comprometidas como a TAKAO estão atentas aos movimentos do mercado estudando possibilidades para um futuro seguro para o meio ambiente.

Faça o login para acessar o conteúdo.

Se preferir, faça o login utilizando

Não possui uma conta?